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Veja o que vai acontecer com grupo suspeito de participar de rede de prostituição infantil em Manaus

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Manaus/AM - O inquérito Policial sobre uma rede de prostituição infantil em Manaus, no qual quatro pessoas foram presas, dentre elas o empresário Fabian Neves dos Santos, 37, foi concluído segundo informou a delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Os quatro indiciados devem continuar presos preventivamente. 

“Concluímos o inquérito e encaminhamos para a Justiça com quatro indiciados por estupro e favorecimento a prostituição. Identificando e confirmando seis vítimas dessa grupo”, disse a delegada.

Fabian foi preso no dia 7 de agosto desse ano por suspeita de estupro de vulnerável praticado contra uma adolescente de anos. A tia da vítima, uma mulher de 28 anos, também foi presa por envolvimento na prática criminosa. Na ocasião, polícias da Depca resgataram a garota em um motel, situado na avenida Elias Ramiro  Bentas, no bairro Colônia Terra Nova.

A delegada disse que após a prisão de Fabia e da tia da menor, ambos foram encaminhados para audiência de custódia, onde foram liberados e estavam sendo monitorados por tornozeleira eletrônica. Ainda naquela mesma semana, a Depca encaminhou à Justiça novas diligencias demonstrando a necessidade de decretação da prisão preventiva da dupla.

No dia 16 de agosto deste ano, a 69ª Promotoria de Justiça, emitir parecer pela decretação da prisão temporária e busca e apreensão nos endereços dos dois, que foram presos na tarde daquele mesmo dia.

Em continuidade as diligencias em torno do caso, no dia 18 de setembro deste ano, policias da Depca deflagraram a operação “666” que resultou nos cumprimentos de mandado de  prisão temporária, com prazo de 30 dias, por estupro de vulnerário e favorecimento da prostituição, em nome do comerciante Raimundo Alves do Vale Filho, 52, e Ana Cássia da Silva Bentes, 23, em desdobramento do caso de estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição ou exploração sexual envolvendo o empresário Fabian e a tia da adolescente de 13 anos que foi uma das vítimas do grupo.

Joyce Coelho explicou que no decorrer das primeiras diligencias, que culminou nas prisões de Fabia e da tia da adolescente, Ana Cássia e Raimundo foram citados durante todo os depoimentos. Segundo a delegada, Ana Cássia seria uma segunda agenciadora e Raimundo seria, também, um dos clientes dele e da tia da adolescente de 13 anos.

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