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Suspeito de estuprar colega de faculdade é preso em Manaus

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Sob a coordenação do delegado titular, Leonardo Valença, a equipe do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), cumpriu na manhã da última segunda-feira, dia 9, por volta das 10h, mandado de prisão preventiva em nome do taxista Ricardo de Souza Martins, 34. O homem é suspeito de ter cometido estupro em 2012. A vítima era estudante e tinha 22 anos na época.

De acordo com Leonardo Valença, Ricardo foi preso no aeroporto Eduardo Gomes, situado na Avenida Santos Dumont, bairro Tarumã, zona Oeste da cidade, local onde ele trabalhava. “Nós estávamos à procura de Ricardo desde a expedição do mandado, emitido pela 1ª Vara Criminal, no dia 5 de outubro deste ano. Durante as investigações, descobrimos que ele trabalhava no aeroporto e lá efetuamos a prisão dele”, explicou Valença.

A autoridade policial disse, ainda, que na delegacia Ricardo preferiu permanecer em silêncio durante o depoimento dele, e falar somente perante um juiz. Ricardo será indiciado pelo crime de estupro e, ao final dos procedimentos, será encaminhado à Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Circunstâncias do crime - De acordo com Leonardo Valença, o crime aconteceu no dia 8 de maio de 2012, na residência de Ricardo, situada na avenida Coronel Teixeira, bairro Ponta Negra, zona oeste. Ele e a vítima se conheciam há cerca de três anos e eram colegas de faculdade, bem como estagiavam juntos na mesma empresa.

“Em depoimento prestado à polícia, a vítima relatou que no dia do crime, após sair do trabalho, aceitou uma carona de Ricardo e que no caminho ele teria parado na residência dele, com a desculpa de que precisava tomar banho. Após várias horas de espera, a estudante quis ir embora, momento em que Ricardo a obrigou ir para o quarto e forçou a relação sexual. A vítima ressaltou que chegou a travar luta corporal com o infrator, mas não conseguiu se desvencilhar dele e que durante o ato perdeu os sentidos e só foi liberta após passar mal. No dia seguinte, ela procurou a polícia”, contou o delegado.

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