Ele se recusou a dobrar o plantão foi assassinado no banheiro
A felicidade de Alan Jones Serafin (27), que há 27 dias estava trabalhando como segurança da empresa Guerreiros Segurança e tirava serviço num posto de combustível terminou na noite de sexta-feira, quando ele teria se recusado a dobrar um plantão de 24 horas. Ele foi morto com um tiro no peito, disparado por seu supervisor, Leandro Rodrigues Bacelar, no Posto Tancredo Neves, (rua Tancredo Neves, Parque Dez) após uma discussão que começou pelo telefone celular e terminou no banheiro do estabelecimento. Seu algoz teria saído arrastando Alan e deixando-o morrer sem assistência. O tio da vítima, primeiro parente a chegar ao local, disse que o sobrinho era pacato e seu maior prazer na vida era empinar papagaio e jogar futebol nos momentos de folga.
Um dos frentistas, que testemunhou a discussão e ouviu os disparos contou que Alan havia recebido um telefonema do supervisor e que o assunto tratado seria a indicação da vítima para dobrar o plantão, por falta de outro segurança. Alan teria discutido com ele pelo celular e depois contou o ocorrido aos funcionários do posto. Em seguida Leandro chegou a posto e os dois foram para os fundos do posto onde está localizado o banheiro. Foi quando o frentista ouviu o disparo seguido da aparição de Leandro arrastando Alan, ainda com vida, e deixando-o no pátio do posto. Ali mesmo Alan morreu, antes da chegada de uma ambulância pedida pelos frentistas. O corpo foi retirado do local pelo Instituto Médico Legal.
O advogado da empresa de segurança, Darnelle Rufino, revelou que a empresa está auxiliando a família de Alan, ao mesmo tempo em que ajuda a polícia a procurar o assassino. Para o advogado, o depoimento do frentista na polícia leva à conclusão de que o disparo aconteceu por acidente. Para elucidar o que de fato aconteceu é preciso convocar a polícia técnica porque, segundo outras testemunhas, Alan morreu com a arma na cintura, sem tempo para se defender.
A felicidade de Alan Jones Serafin (27), que há 27 dias estava trabalhando como segurança da empresa Guerreiros Segurança e tirava serviço num posto de combustível terminou na noite de sexta-feira, quando ele teria se recusado a dobrar um plantão de 24 horas. Ele foi morto com um tiro no peito, disparado por seu supervisor, Leandro Rodrigues Bacelar, no Posto Tancredo Neves, (rua Tancredo Neves, Parque Dez) após uma discussão que começou pelo telefone celular e terminou no banheiro do estabelecimento. Seu algoz teria saído arrastando Alan e deixando-o morrer sem assistência. O tio da vítima, primeiro parente a chegar ao local, disse que o sobrinho era pacato e seu maior prazer na vida era empinar papagaio e jogar futebol nos momentos de folga.
Um dos frentistas, que testemunhou a discussão e ouviu os disparos contou que Alan havia recebido um telefonema do supervisor e que o assunto tratado seria a indicação da vítima para dobrar o plantão, por falta de outro segurança. Alan teria discutido com ele pelo celular e depois contou o ocorrido aos funcionários do posto. Em seguida Leandro chegou a posto e os dois foram para os fundos do posto onde está localizado o banheiro. Foi quando o frentista ouviu o disparo seguido da aparição de Leandro arrastando Alan, ainda com vida, e deixando-o no pátio do posto. Ali mesmo Alan morreu, antes da chegada de uma ambulância pedida pelos frentistas. O corpo foi retirado do local pelo Instituto Médico Legal.
O advogado da empresa de segurança, Darnelle Rufino, revelou que a empresa está auxiliando a família de Alan, ao mesmo tempo em que ajuda a polícia a procurar o assassino. Para o advogado, o depoimento do frentista na polícia leva à conclusão de que o disparo aconteceu por acidente. Para elucidar o que de fato aconteceu é preciso convocar a polícia técnica porque, segundo outras testemunhas, Alan morreu com a arma na cintura, sem tempo para se defender.

