Início Policial Sargento morto por cabo da PM tinha acabado de sair de confraternização em Manaus
Policial

Sargento morto por cabo da PM tinha acabado de sair de confraternização em Manaus

Ele e a esposa tentavam entrar em casa

Sargento morto por cabo da PM tinha acabado de sair de confraternização em Manaus
Sargento morto por cabo da PM tinha acabado de sair de confraternização em Manaus

Manaus/AM - O sargento da Polícia Militar, Tiago Jorge de Jesus Melo, que foi morto pelo policial Jean Nascimento durante uma confusão entre vizinhos na quarta-feira (29), havia acabado de participar da festa de confraternização do trabalho quando o crime aconteceu.

Tiago era lotado na 3ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), localizada na rua Coronel Ferreira de Araújo, em Petrópolis, mesmo bairro onde residia e foi morto. 

A vítima era policial há 16 anos e boa parte desse tempo atuou em Parintins, sua cidade de origem.

Ao ser transferido para Manaus, ele foi lotado na 3ª Cicom e rapidamente se tornou bastante querido na unidade.

Horas antes do assassinato, ele festejava em um evento de confraternização com os colegas e com esposa que também é policial. Por volta de 1h30, eles deixaram a unidade policial e foram para casa descansar. Mas ao chegarem, tiveram problemas com a chave do portão da vila em que moravam. Tiago então, teve a ideia de pular o portão para tentar abri-lo por dentro. Nesse momento ele amassou um carro que estava estacionado na garagem e a confusão que resultaria em sua morte iniciou.

Após uma briga generalizada entre o casal e a proprietária do carro, um cabo identificado como Jean Nascimento, que é irmão da mulher, acabou atirando cinco vezes em Tiago.

O policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O cabo fugiu do local e se apresentou à polícia apenas horas depois do crime, acompanhado de um advogado.

Após o depoimento, ele deixou a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) pela porta da frente e a polícia preferiu não falar com a imprensa. A única informação repassada é que Jean alegou legítima defesa e que o caso segue sob investigação.

A DEHS disse ainda que em breve vai divulgar mais detalhes sobre o crime, mas neste momento as informações são mantidas em sigilo para não prejudicar o andamento da investigação.

A polícia deve usar imagens de câmeras de segurança da área para tentar entender a dinâmica dos fatos e confrontar as informações.

 

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?