Início Policial Preso por estuprar enteada em Manaus, padrasto diz que criança pedia para ver pênis
Policial

Preso por estuprar enteada em Manaus, padrasto diz que criança pedia para ver pênis

Preso por estuprar enteada em Manaus, padrasto diz que criança pedia para ver pênis
Preso por estuprar enteada em Manaus, padrasto diz que criança pedia para ver pênis

Manaus/AM - A delegada Juliana Tuma falou sobre a prisão de um homem de 51 anos, de nome não divulgado, que foi preso nessa terça-feira (16), por estuprar a enteada de 9 anos em Manaus. 

Segundo a delegada, o homem foi flagrado pela irmã mais velha da vítima, uma adolescente de 17 anos, no momento em que abusava da criança, no último domingo (14). A jovem tinha ido fazer comida na casa da avó, que ficava ao lado, e ao voltar e passar pelo quarto, viu o homem com a garotinha.

Delegada da Depca, Juliana Tuma - Foto: Jander Robson/Portal do Holanda "A irmã mais velha estava na casa da avó que fica ao lado fazendo uma comida e deu um estalo nela para que ela fosse ver como estavam suas irmãs. Essa de 9 e uma de 2 anos de idade que estavam na casa imediatamente ao lado, já que a mãe estava fora da casa trabalhando. Quando ela chegou, ela flagrou esse cidadão cometendo os abusos sexuais contra a sua irmã de 9 anos, ela ficou com muito medo, pegou as duas irmãs, correu para casa da avó, imediatamente levou o conhecimento da genitora, que por sua vez, imediatamente também rompeu o relacionamento com esse cidadão e levou o conhecimento da delegacia", explica.

A adolescente ligou para a mãe, que estava no trabalho, pediu que ela voltasse para casa e revelou tudo à mulher, mas o padrasto já tinha aproveitado esse tempo para fugir.

Juliana Tuma, delegada - Foto: Jander Robson/Portal do Holanda Após a denúncia, a polícia iniciou as buscas e conseguiu prender o suspeito na rua Padre Evaristo Wanderley, no bairro Nova Cidade, na zona norte. "A partir de então esse suspeito foi interrogado ocasião em que disse que negou os abusos, porém afirma que mostrou seus órgãos genitais à criança porque, segundo ele, ela pediu, ou seja, tentando justificar o injustificável com alegações completamente desarrazoadas", diz a delegada.

O padrasto ainda chegou a trocar mensagens com a mãe da vítima depois que fugiu e alegou que "apenas assediou" a criança, mas não chegou a consumar o estupro. A delegada Juliana Tuma, porém, esclarece que o toque já é considerado estupro pela legislação brasileira e imputa as mesmas penas aos acusados.

"Ele alega, inclusive alegou para a mãe, que cometia atos libidinosos. Quando ele fala ali, se ouve, que cometia atos libidinosos, mas não teria consumado a conjunção carnal. Porém, os atos libidinosos também configuram estupro de vulnerável, não só a conjunção carnal, então, é, tão quanto é de onde a ato libidinoso como a conjunção carnal".

Além da menina de 9 anos e da adolescente de 17, na casa havia uma criança de dois anos que era filha do suspeito e da esposa. Os dois estavam vivia juntos há 4 anos e a bebê era fruto desse relacionamento. A polícia investigou se a criança também teria sido vítima do acusado, mas constatou que contra ela, não houve abuso.

 

WhatsApp_Image_2025-09-17_at_11_11_50.jpeg
WhatsApp_Image_2025-09-17_at_11_11_48.jpeg
WhatsApp_Image_2025-09-17_at_11_11_50.jpeg
WhatsApp_Image_2025-09-17_at_11_11_48.jpeg

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?