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Polícia cria núcleo para atendimento de delitos de menor potencial ofensivo em Manaus

Polícia cria núcleo para atendimento de delitos de menor potencial ofensivo em Manaus
Polícia cria núcleo para atendimento de delitos de menor potencial ofensivo em Manaus

Manaus/AM - Nesta quinta-feira (20), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) apresentou o Núcleo Especial Criminal (Necrim) criado para aprimorar o atendimento a delitos de menor potencial ofensivo em Manaus. 

 A sede do núcleo será na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Fazenda Pública Estadual (DECCFPE), localizada no bairro Redenção, zona centro-oeste.

O delegado Alessandro Albino, diretor do DPM, destacou que o novo núcleo tem como objetivo melhorar as condições da Polícia Civil no atendimento a esses tipos de delitos. O Necrim atenderá, inicialmente, as ocorrências registradas nos 10º e 17º Distritos Integrados de Polícia (DIPs).

“O Necrim irá protocolar e formalizar ocorrências de menor potencial ofensivo, permitindo um atendimento mais eficiente à população. Além disso, poderemos coletar dados estatísticos que auxiliarão no planejamento do trabalho policial. Sabemos que 50% da nossa atuação é de caráter social, além da investigação propriamente dita”, explicou o delegado.

O coordenador do Necrim, delegado Jeff David Mac Donald, informou que o núcleo atuará na mediação de sete tipos de crimes de menor potencial ofensivo.

“Hoje apresentamos o Necrim, que utilizará técnicas de mediação para a resolução de pequenos conflitos. A conciliação é uma abordagem inovadora para a instituição e para a sociedade. Tivemos o cuidado de convidar os órgãos envolvidos nesse novo projeto para que compreendam como será sua implementação”, ressaltou Mac Donald.

O promotor de Justiça Armando Gurgel destacou que o novo núcleo foi bem recebido pela comunidade jurídica, pois representa um benefício para a população que busca a delegacia para resolver pequenos conflitos.

“Essa iniciativa demonstra a preocupação da Polícia Civil com a população amazonense. Com projetos como este, as pessoas conseguem solucionar seus próprios conflitos, reduzindo a sobrecarga do Poder Judiciário”, afirmou Gurgel.

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