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PF abre inquérito para investigar empresa de Jair Renan Bolsonaro

PF abre inquérito para investigar empresa de Jair Renan Bolsonaro
PF abre inquérito para investigar empresa de Jair Renan Bolsonaro

A Polícia Federal abriu nesta terça-feira (16), um inquérito para investigar o filho mais novo de Bolsonaro, Jair Renan. O objetivo é investigar o filho de Bolsonaro e a suposta atuação da empresa dele junto ao governo federal.

De acordo com G1, o inquérito foi aberto a pedido do Ministério Público Federal após uma denúncia de possível tráfico de influência e lavagem de dinheiro feita contra Jair Renan por parlamentares de oposição ao governo. 

A empresa de Jair Renan, a Bolsonaro Jr Eventos e Mídia foi criada no final de 2020. A festa de inauguração do escritório teve cobertura de fotos e vídeos feita de graça por uma produtora que prestava serviços para o governo federal. Um dos sócios da  empresa Gramazini, do ramo de mineração e construção, foi à festa de inauguração da empresa e um parceiro comercial do filho do presidente, Allan Lucena, disse que ganhou um carro elétrico da empresa Neon Motors, ligada a esse mesmo grupo empresarial.

Em outro vídeo, Renan é visto caminhando no pátio de uma empresa de granito do grupo, no Espírito Santo. Ao fundo, aparece um carro como o que foi doado ao seu amigo.

Segundo a denúncia, Renan Bolsonaro teria atuado para que o grupo empresarial conseguisse duas reuniões no Ministério do Desenvolvimento Regional para falar sobre um projeto de construção de casas populares. Renan Bolsonaro e o parceiro comercial dele, Allan Lucena, participaram pessoalmente das duas reuniões no ministério, ao lado de empresários, sendo um deles da Gramazini, em novembro de 2020.

A defesa de Jair Renan Bolsonaro disse que ele não marcou reunião nem ajudou a empresa Gramazini. Além disso, a defesa disse ainda que Allan Lucena é apenas um colega e personal trainer e que não existe relação societária entre os dois. 

O Palácio do Planalto não quis se manifestar.

A Polícia Federal tem 30 dias para fazer as primeiras diligências e entregar um relatório com as conclusões ao Ministério Público Federal.

 

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