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MP denúncia 'ficante' de Daniel que teria mentido sobre detalhes do crime

Caso Daniel

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MP denúncia 'ficante' de Daniel que teria mentido sobre detalhes do crime
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O Ministério Público do Paraná entrou com  denúncia nesta terça-feira (27) contra uma jovem de 19 anos, identificada como Evellyn Brisola Perusso, que teria “ficado” como o jogador Daniel no dia em que ele foi morto.

Segundo a acusação do MP, Evellyn teria ajudado os assassinos de Correa a limpar o sangue dos móveis e da área externa da casa, além de prestar falso testemunho contra Eduardo Purkote e induzir uma menor a fazer o mesmo.

No documento oficial,  divulgado pelo site Uol, o Ministério Público afirma que Evellyn tentou ajudar a família Brittes e os demais envolvidos a esconder vestígios e induziu “ao erro os investigadores e peritos que atuariam no procedimento investigatório criminal”.

Em depoimento, a mulher que teria se relacionado com Daniel horas antes do crime disse que foi coagida pelos Brittes a participar da limpeza e afirmou que viu Eduardo Purkote quebrar o celular de Daniel e pegar a faca usada no crime. Eduardo chegou a ficar 12 dias presos, mas foi liberado na última segunda (26), depois de provar sua inocência.

Evellyn contou ainda que conheceu Daniel na boate em que acontecia a festa de Allana Brites e que foi apresentada ao jogador pela aniversariante. As duas seriam amigas há pouco mais de um ano e essa era a primeira vez que ela saía com a família. Perusso informou que Daniel não foi convidado para a festa na casa e que se infiltrou com outras pessoas que foram de Uber ao local.

Ela diz que ao chegar a residência "dispensou" Freitas e foi dormir em um dos quartos da casa quando ouviu a confusão e correu para ver o que acontecia, lá teria testemunhado as agressões.

O advogado de defesa da moça afirma que as denúncias do MP não procedem e que sua cliente foi tão vítima quanto as outras testemunhas do processo que também afirmaram sofrer ameaças por parte dos Brittes para contarem a mesma versão do crime.

A “ficante” de Daniel deve responder por falso testemunho, corrupção de menores e denúncia caluniosa.

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