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Motorista de app queimado vivo no Ramal do Brasileirinho era foragido do Pará

Por Portal Do Holanda

11/06/2024 8h01 — em
Policial


Foto: Divulgação

Manaus/AM - O motorista de aplicativo Mizael da Silva Lima, 49, que morreu depois de ser queimado vivo pelo cunhado no Ramal do Brasileirinho, já tinha ficha na polícia e estava foragido da Justiça do Pará.

A delegada Débora Barreiros contou que o homem respondia por vários crimes, entre eles o de se passar por policial para extorquir pessoas no estado.

“Em outro estado, o Mizael já respondia por extorsão, por estelionato, por tráfico e tinha dois mandados de prisão para cumprimento de pena”, explica.

Foragido, eles estava em Manaus há mais de 10 anos e era casado com Ingrid Sales da Silva, 34, desde que ela tinha 24 anos. A mulher, assim como o irmão, Leonardo Sales, também é suspeita de participar do assassinato do marido e foi presa nesta segunda-feira (10).

Para a polícia, o crime pode ter ligação com organizações criminosas, uma vez que tanto Mizael quanto o cunhado tinham envolvimento com o mundo do crime.

“Muito possivelmente tem haver com ações criminosas, até porque o Leonardo também já respondia a outros crimes e há indícios de que ele participa e integra organizações criminosas”, destaca.

Apesar disso, a motivação do crime ainda não foi elucidada por completo e segue em investigação.

 


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