George Donald foi condenado a sete anos de prisão por abusar da própria filha e de uma menina de 10 anos na década de 80. O homem, que também era ministro extraordinário da comunhão, estuprou a filha durante oito anos desde que ela tinha apenas 2 anos de idade.
Atualmente, a vítima tem 40 anos e relatou os crimes do pai ao Daily Record "Ele não era pai. Era um monstro que morava na minha casa, espreitava pelos cantos e fazia o que queria porque achava no direito legítimo. Geralmente acontecia duas vezes por semana”, contou.
A mulher recordou algumas situações que passou com o pai “Quando estávamos de férias, o abuso não parou. Me dele desenhando imagens sexuais na areia da praia para que eu soubesse o que ele pensava, o que ele queria”, disse.
Os abusos só pararam quando os pais se separaram e a vítima se mudou com a mãe e os irmãos para Escócia. A família morava na África do Sul no período em que os crimes ocorreram.
O agressor chegou a afirmar que “é melhor que uma ‘jovem’ seja ‘estreada’ pelo pai do que por um estranho”. Agora com 67 anos, o homem foi considerado culpado e condenado a 7 anos de prisão. A filha do criminoso acredito que o pai abusou de outras crianças se aproveitando da função que tinha na igreja.
*Com informações do Correio da Manhã - Portugal"

