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Militar morto em batalhão do exército em Manaus não sofreu tortura, diz IML

1 mês após morte

Militar morto em batalhão do exército em Manaus não sofreu tortura, diz IML
Militar morto em batalhão do exército em Manaus não sofreu tortura, diz IML

Manaus/AM - O laudo do Instituto Médico Legal (IML), sobre a morte do soldado do exército Jhonatha Correa Pantoja, 18, encontrado morto com um tiro no peito, no dia 3 de agosto no 7º Batalhão de Polícia do Exército, aponta que não foram encontradas lesões de agressão física no corpo do soldado.

A família foi quem fez a denúncia de agressão sofrida pelo militar, afirmado que ele foi assassinado. Natural de Borba, Jhonatha saiu do município em 2019, para servir às forças armadas em Manaus. 

O tio do militar afirma que o laudo não explica com clareza a situação e contesta a falta de informações sobre os hematomas, escoriações e os machucados que foram encontrados na cabeça do jovem por familiares. 

De acordo com o laudo, o soldado morreu por anemia aguda hemorrágica, devido ao tiro que o atingiu no peito. O Comando Militar da Amazônia informou por meio de nota, que o encarregado pelo Inquérito Policial Militar (IPM) já recebeu o laudo do IML e será uma das peças do processo.

 

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