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Irmãs são presas suspeitas de vender imóveis de luxo em condomínio fantasma em Manaus

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Manaus/AM -  Três irmãs  identificadas por Sheila Patrícia Queiroz Reis, 40, Mônica Regina Queiroz Reis, 36, e Gleice Cristina Queiroz Reis, 34, foram presas suspeitas de aplicar golpes de quase R$2 milhões com vendas de residência que não existiam em Manaus.

De acordo com o delegado adjunto da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), Demetrius Queiroz, as investigações iniciaram após o registro do Boletim de Ocorrência onde dizia que as três irmãs compraram um terreno no valor de R$10 milhões, dando uma entrada de R$500 mil e o restante em cheque sem fundos.

“Iniciou uma briga jurídica e no decorrer disso, elas conseguiram por meio fraudulento transferir a propriedade do terreno para elas, em outro município, fazendo um registro desses”, disse.

Conforme o delegado, após a fraude, as irmãs lançaram um residencial denominado Lotus Tarumã, na Avenida do Cetur, onde vendiam imóveis na planta no valor de R$ 300 e R$400 mil.

“Inúmeros clientes estavam esperando a entrega desse imóvel para o ano passado, mas não tem nada lá, apenas uma casa modelo e o terreno capinado. Não tem obra e nem tinham licença para construir. Elas aceitavam carros, casas e qualquer outro bem como forma de pagamento”, contou.

O delegado contou que ao perceberem que caíram em um golpe, sete vitimas procuraram a DERD para denunciar o trio. Demetrius destacou que as irmãs conseguiram vender ao menos 15 casas no terreno. “Elas movimentaram com essas vendas o valor de R$5 milhões, foram o valor do terreno que elas enganaram as vítimas”, destacou.

Sheila, Mônica e Gleice foram presas em cumprimento a mandado de prisão preventiva. A prisão ocorreu em dois apartamentos de luxos na cidade, onde elas moravam.

Elas devem passar por procedimentos cabíveis e depois serão encaminhadas ao Centro de Detenção Provisória Feminino em Manaus (CDPM), onde ficarão a disposição à Justiça.


Foto: Altemir Coelho/Portal do Holanda 

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