Manaus/AM - O garimpeiro, de 29 anos, que afirmou ser dono das 23 barras de ouro achadas durante as as buscas nos destroços do monomotor que caiu na zona rural de Itacoatiara na última quarta-feira (16), não conseguiu comprovar que o material provém de um garimpo legalizado.
O homem teria contado aos policiais que havia contratado as vítimas do acidente aéreo para realizar o transporte do material, avaliado em R$ 1,5 milhão, e que a documentação que comprovaria a posse legalizada do minério estava dentro do avião e foi destruído com o acidente. O Inquérito Policial (IP) instaurado para apurar a origem do ouro possui um prazo de 30 dias e se ao final o o garimpeiro não conseguir comprovar, a Justiça será acionada para cuidar do caso.
