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Em Manaus, lutadora pode ter sido morta por ex-namorado de amiga

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Em Manaus, lutadora pode ter sido morta por ex-namorado de amiga
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Manaus/AM - Enquanto a polícia tenta desvendar o que motivou o assassinato da lutadora de jiu-jitsu, Patrícia da Cunha Leite, 26, a família da jovem aponta o ex-namorado de uma amiga dela como o mandante do crime.

Segundo eles, a jovem teria morrido porque tentou ajudar uma amiga que era espancada constante por Eduardo de Alencar Navegante, 22, com que mantinha um relacionamento amoroso.

Inconformada com a situação vivida pela mulher, Patrícia a incentivou a denunciar as agressões e por isso, vinha sendo ameaçada constantemente pelo acusado.

A mãe da lutadora contou que além de persegui-la passando constantemente na frente da casa onde ela morava, no bairro Japiim, Eduardo teria chegado a agredí-la dias antes do crime.

Conforme relato de testemunhas, num certo dia, Patrícia saia da academia, quando Navegante a abordou em uma motocicleta e depois de dar um chute nela, afirmou que iria matá-la. A jovem revidou a ameaça, mas não levou o homem a sério.

No último domingo, enquanto comemorava 26 anos, quatro homens invadiram sua festa de aniversário, roubaram e agrediram os convidados e a executaram com três tiros na cabeça. Amigos e familiares afirmam que um dos suspeitos perguntou várias vezes por Patrícia e chegou a agredir uma pessoa para que ela indicasse quem era o alvo.

Ela teria sido reconhecida por uma tatuagem e morta ali mesmo na frente de todos. Algumas pessoas disseram ter reconhecido Eduardo por conta do bigode que estava a mostra e apesar de não ter sido ele quem fez o disparo, o irmão o aponta como o mandante do homicídio.

Nesta segunda, Eduardo e outros dois suspeitos, Carlos Abraão Rodrigues Farias, 19, e de Ronaldo Borges Silva, 32, que foram presos na mesma noite tiveram a prisão temporária convertida em preventiva durante audiência de custódia. Um quarto acusado continua foragido.

A polícia não quis falar sobre o caso e nem deu detalhes sobre as linhas de investigação ou sobre a suspeita da família. A lutadora foi enterrada nessa segunda-feira (28) na cidade de Tefé, no interior do Amazonas, onde vive a família de Cunha. Ela deixa um filho.

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