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Droga avaliada em R$6,6 milhões é apreendida em embarcação ancorada em Manaus

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Droga avaliada em R$6,6 milhões é apreendida em embarcação ancorada em Manaus
Droga avaliada em R$6,6 milhões é apreendida em embarcação ancorada em Manaus
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Manaus/AM - A Polícia Civil apreendeu, na tarde de domingo (27), por volta das 17h, em uma embarcação ancorada nas imediações da Praia da Lua, situada na margem esquerda do Rio Negro, bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, aproximadamente 660 quilos de maconha do tipo skunk, avaliados em R$ 6,6 milhões.

“Essa droga provavelmente não iria ficar toda em Manaus. Possivelmente, seria levada para outras regiões do País. Foi um trabalho minucioso, rápido e que será intensificado para que nós tenhamos um Carnaval mais tranquilo, não só aqui, como no resto do Brasil. Esse foi um trabalho que se desenvolveu em poucos dias, mas com um resultado excelente. Foram quase 700 quilos de drogas retirados de circulação”, disse o Coronel Louismar Bonates.

Conforme o diretor do DRCO, as diligências foram iniciadas a partir de investigação realizada pelos policiais civis do Departamento, indicando que um barco, com as cores azul e branca, estaria ancorado nas proximidades de Manaus com uma grande quantidade de drogas. Durante os trabalhos no Rio Negro as equipes localizaram a embarcação, sem ocupantes. A droga estava armazenada no porão.

O diretor do DRCO explicou que ao término da ação no domingo (27), o barco foi levado para a base da Deflu e militares do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) foram acionados para abrir compartimentos da embarcação que estavam lacrados.

“O barco foi localizado entre a Praia da Lua e um local chamado de Prainha, no bairro Tarumã. Inicialmente, estávamos procurando só por um barco branco e azul, próximo a Manaus, mas passamos esses últimos três dias dentro do Rio Negro e conseguimos obter êxito na operação”, pontuou.

Conforme Sinval Barroso, a embarcação, que ainda irá passar por perícia técnica, apresentava o nome Felícia 10. No entanto, a equipe do Departamento descobriu se tratar de um nome fictício. O nome verdadeiro já foi identificado pelos policiais civis.

“A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (CFAOC), já está fornecendo os dados dessa embarcação. As investigações irão continuar para identificar e chegar na organização criminosa responsável por essa droga. Com a proximidade do Carnaval, os trabalhos se intensificam em relação ao combate dessas organizações criminosas e esses infratores precisam entender que este Estado não pertence a eles e sim à população”, declarou o diretor do DRCO.

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