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Cunhada confessa que ordenou assalto que terminou com morte de jovem em Manaus

Por vingança

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Cunhada confessa que ordenou assalto que terminou com morte de jovem em Manaus
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Manaus/AM - A polícia apresentou na manhã dessa terça-feira (4), Thaís Rejane Barboza Alves, 32, suspeita de planejar o assalto que terminou com a morte da cunhada Luana Freire de Souza, 19, no  Conjunto Ouro Verde, bairro Coroado 3, Zona Leste.

Segundo o delegado Orlando Amaral, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Thaís confessou o crime, mas disse que não ordenou o assassinato de Luana.

Em depoimento, ela revelou que queria se vingar da família porque em várias situações havia sido acusada de pequenos furtos. Como sabia que a sogra, tesoureira de uma igreja, mantinha na casa o dinheiro das ofertas e dízimos decidiu roubar para prejudicá-los.

Para isso ela contratou um homem identificado apenas como “Wilis” e deixou o portão aberto para que ele pudesse entrar. Segundo Rejane, a ordem era apenas pegar o dinheiro e dar um susto nos parentes, mas por algum motivo, o suspeito teria esfaqueado a jovem.

A  quantia foi deixada em uma lixeira próxima e onde Thaís a pegou e escondeu depois debaixo da cama de uma inquilina que morava na casa do andar debaixo, sem que ela soubesse. Em seguida a mulher entrou na casa e simulou ter encontrado Luana morta.

Ela acionou a polícia e durante a análise da cena do crime, os peritos começaram a desconfiar que alguém ligado a família teria cometido o ato, já que não havia sinais de arrombamento nas portas e janelas.

Rejane foi levada à delegacia para prestar depoimento por ter sido ela quem encontrou Luana e durante o procedimento, confessou tudo. Ela contou a polícia onde estava os R$ 7. 484,00, e apontou Wilis como autor das facadas, mas até o momento nenhuma pista sobre o suspeito foi encontrada. Orlando Amaral diz que a versão apresentada pela cunhada é bastante “fantasiosa” e que apresenta inconsistência, por isso, a equipe continua as investigações e não descarta a possibilidade de participação de outra pessoa no caso.

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