No fim da tarde de domingo, 22, um homem entregou aos técnicos do Instituto Médico Legal (IML), na zona Norte, em um vidro com álcool, um feto que sua mulher abortara e que, até aquele momento, ele pensava que fosse aborto espontâneo de um filho seu.
No IML ele soube, por vizinhos que o acompanharam que o aborto fora provocado por abortivo tomado pela mulher.
Ao voltar para sua casa, procurando para localizar o abortivo tomado, ele descobriu um diário da mulher onde ela registrara que o feto abortado não era seu filho e sim de um tal Baiano.
