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Bebê desaparecida em 1976 não é a mulher em coma há 21 anos, diz polícia

 Bebê desaparecida em 1976 não é a mulher em coma há 21 anos, diz polícia
Bebê desaparecida em 1976 não é a mulher em coma há 21 anos, diz polícia

A Polícia Civil descartou a hipótese de que a mulher que está internada em estado vegetativo há 21 anos no Espírito Santo, sem identificação, seja Cecília José de Faria, desaparecida com 1 ano e 9 meses durante viagem com a família para Guarapari em 1976.

Na noite desta quinta-feira (5), a Polícia Civil de Minas Gerais disse que um novo teste que comparou os perfis dos pais de Cecília com o da mulher em coma, apelidada de Clarinha por funcionários do hospital, deu negativo.

A bebê desapareceu durante a viagem da família natural de Belo Horizonte, a Guarapari. A mãe havia feito uma cirurgia e o médico recomendou um passeio para que ela pudesse descansar.

A família levou a bebê e a outra filha Débora, na época com cinco anos, para um chalé dentro de um condomínio fechado, em um acampamento de adventistas ."Eu lembro que nós chegamos no dia 1º de fevereiro, à tardinha. No dia seguinte, levantamos cedo, fomos para a praia, voltamos e almoçamos. Mais tarde, a babá estava dando banho no meu irmão mais velho e, quando chamou a Cecília, por volta de 17h30, é que a gente viu que a Cecília não estava mais na casa", contou ao G1 Débora São José de Faria, hoje com 50 anos e servidora pública.

A família nunca teve notícias do paradeiro de Cecília. No decorrrer do tempo, 20 suspeitas de serem Cecília surgiram e não se confirmaram. A mãe morreu em maio deste ano, e o pai está com Alzheimer. 

Já a mulher que está em coma há 21 anos no  Hospital da Polícia Militar (HPM), em Vitória (ES), nunca foi identificada. Ela foi atropelada por um ônibus em junho de 2000, enquanto fugia de um homem. Sem documentos, não houve até hoje nenhuma pista, nem parentes ou amigos que pudessem identificá-la. 

Os casos foram relacionados após uma equipe de papiloscopistas da  Força Nacional de Segurança Pública fazer uma comparação facial e buscas em bancos de dados, de pessoas desaparecidas, e encontrar características físicas semelhantes da mulher com a da criança desaparecida.

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