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Assassinos de PM em lanchonete são autores de mega roubo em Manaus

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Assassinos de PM em lanchonete são autores de mega roubo em Manaus
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Manaus/AM - A polícia apresentou na manhã dessa terça-feira (7), Cristian José Trindade Serra, 26, conhecido como “Bala”; Edercley de Souza Neves, 29, conhecido como “Magrelo”; Moises Luiz Pereira do Vale, 35, conhecido como “Boizinho”, e os taxistas João Paulo Ferreira Quaresma, 33, conhecido como "Beira", e Jackson da Costa Caldeira, 30, conhecido como “Parazinho”. Todos são suspeitos de participarem da morte do policial militar Marcelo Chaves e de integrarem uma organização criminosa que roubou aproximadamente R$ 110 mil de um frigorífico no bairro Cidade de Deus, Zona Norte.

Segundo o delegado Guilherme Torres, uma parte do grupo foi atuou como olheira do assalto a lanchonete onde o PM estava e outra executou o crime, no último dia 28 de outubro. Dois dias depois os mesmos suspeitos realizaram um mega roubo ao frigorífico, que segundo o delegado já era monitorado por eles há pelo menos dois meses. Eles contavam com informações privilegiadas de outro criminoso que havia tentado assaltar a empresa, mas não teve sucesso.

No dia do roubo os suspeitos aguardaram os proprietários saírem para depositar a quantia em espécie e os renderam na porta do estabelecimento. Outros dois suspeitos Jackson e um homem conhecido como “Baby Boy” que está foragido, entraram na empresa e roubaram os funcionários enquanto outra parte do grupo ficava do lado de fora vigiando.

Torres explica que a organização contava com a participação de dois taxistas registrados e que os veículos eram usados para cometer os crimes. Liderados por Jander Rocha de Souza, 39, conhecido como “Porco” que se apresentou na delegacia no último dia 31, e pelo taxista Jackson, cada integrante tinha um papel específico na execução dos roubos, como explica o delegado: “Uns eram olheiros, outros eram responsáveis pela logística e outros pela execução”, confira no vídeo: 

 

Vídeo: Pedro Braga Júnior/Portal do Holanda

Jander e Jackson coordenavam meticulosamente as ações e recrutavam os demais infratores. Apenas no caso do PM, o assalto não foi planejado, embora uma parte do grupo tenha sondado o local minutos antes. A polícia acredita que além do roubo ao frigorífico, a organização também é responsável por vários roubos grandes na capital e trabalha nas buscas pelos foragidos, conhecidos como “Bad Boy”e “Cobrinha”.

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