" Parecia alma penada chamando por mim"
Parecia alma penada chamando pelo nome de Francisco Osmildo Ferreira Gomes (43). Absorto em seu trabalho no computador, ele ouviu seu nome e resolveu abrir a porta, sendo surpreendido por um homem que disparou dois tiros a queima roupa, acertando seu peito. O crime aconteceu na rua Eirunepé, 1870, bairro de São José, no município de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus). O desconhecido subiu numa moto que o esperava e desapareceu na noite. Osmildo ainda foi levado para o Hospital Lázaro Reis,onde no trajeto chegou a contar para um socorrista como tudo aconteceu, mas morreu antes de receber atendimento médico.
O delegado do município, Antônio Rodrigues da Silva disse que no local do crime foi encontrada uma cápsula de bala calibre 38. Ainda de acordo com testemunhas e a própria polícia, muitas pessoas tinham motivos idênticos para tirá-lo deste mundo: dívidas contraídas na cidade. Amigos do morto disseram que o principal suspeito é um homem que estaria promovendo um bingo na cidade. Marcelo, um amigo de Francisco, disse que esteve na casa do tal homem onde a vítima foi cobrar uma dívida de R$ 10 mil pela execução do trabalho de divulgação do bingo, mas o homem não apareceu.
Parecia alma penada chamando pelo nome de Francisco Osmildo Ferreira Gomes (43). Absorto em seu trabalho no computador, ele ouviu seu nome e resolveu abrir a porta, sendo surpreendido por um homem que disparou dois tiros a queima roupa, acertando seu peito. O crime aconteceu na rua Eirunepé, 1870, bairro de São José, no município de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus). O desconhecido subiu numa moto que o esperava e desapareceu na noite. Osmildo ainda foi levado para o Hospital Lázaro Reis,onde no trajeto chegou a contar para um socorrista como tudo aconteceu, mas morreu antes de receber atendimento médico.
O delegado do município, Antônio Rodrigues da Silva disse que no local do crime foi encontrada uma cápsula de bala calibre 38. Ainda de acordo com testemunhas e a própria polícia, muitas pessoas tinham motivos idênticos para tirá-lo deste mundo: dívidas contraídas na cidade. Amigos do morto disseram que o principal suspeito é um homem que estaria promovendo um bingo na cidade. Marcelo, um amigo de Francisco, disse que esteve na casa do tal homem onde a vítima foi cobrar uma dívida de R$ 10 mil pela execução do trabalho de divulgação do bingo, mas o homem não apareceu.

