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Pauderney defende cooperativismo

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Lideranças cooperativistas do sistema amazonense estiveram reunidas   com o candidato a prefeito de Manaus, Pauderney Avelino (Democratas), durante um evento-almoço, debatendo sobre o setor e propostas para a cidade. Estiveram presentes na reunião presidentes e representantes de oito segmentos de cooperativas – enfermagem, turismo, taxistas, crédito, comércio Ponta Negra, comunicação, venda de combustível e transporte –, além do presidente do Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB-AM), Petrúcio Magalhães.

A OCB-AM tem 120 grupos membros do sistema, reunindo 30 mil cooperados na capital. “O movimento de cooperativismo não quer regalias ou benefícios, quer apenas tratamento isonômico, um olhar diferenciado, respeito, assim como deseja que se faça para as micro e pequenas empresas”, disse Petrúcio.

O presidente falou ainda que o setor é uma alternativa para a geração de emprego e renda, inclusive associado ao poder público. “Somos organizados em todo o País e, na Região Norte, o Amazonas está avançado. Sabemos, assim como o Pauderney, que também já foi empresário, o quanto é difícil ser competitivo com as grandes empresas”, completou o presidente da OCB-AM.

O candidato democrata defende a bandeira do cooperativismo e vai estreitar as relações com o setor, até porque vê nas cooperativas soluções para demandas de contratação que o serviço público não atinge. “Vocês são prestadores de serviços e tem legislação própria que regula o trabalho. Podem contar comigo. Estamos juntos no Congresso e aqui em Manaus”, declarou Pauderney.

Um dos pontos de destaque da reunião foi o cooperativismo na área rural e no entorno da capital. “Lembro que a Coca-Cola vai implantar em 2013 uma fábrica de sucos em Manaus e fico preocupado em como vamos atender a empresa com produção de matéria-prima, uma vez que hoje nossas frutas mal abastecem o mercado local. Os problemas são variados, desde logística até falta de acesso a linhas de financiamento. Sem organização não temos como suprir as demandas industriais”, disse o prefeiturável.

Pauderney citou que um dos mecanismos que poderia ser resgatado é o dos antigos regatões, agora em versão mais atual, para fornecimento de insumos.

Petrúcio lembrou que linhas de financiamento e recursos para atender o Estado precisam ter reflexo no interior. Ele citou o caso de créditos disponíveis no Banco da Amazônia que não chegam ao cooperado em razão do Basa ter pouca distribuição nos Municípios amazonenses, estando presente em apenas oito cidades. “Queremos mostrar nossa capacidade, poder de gestão. O cooperativismo não é uma ação entre amigos, é um negócio, que tem que dar lucro ao cooperado, para que ele melhore de vida. Ninguém pode ser sentenciado a ficar pobre o resto da vida”, concluiu o presidente do sistema.

Depois da reunião-almoço, Pauderney fez corpo a corpo na fábrica Nokia, panfletando e cumprimento funcionários durante à tarde. Pela manhã o prefeiturável gravou vinhetas do horário eleitoral gratuito.

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