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Pauderney busca parcerias

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Prefeiturável busca parceria com as entidades que representam o tripé econômico, indústria, comércio e agricultura. Seis objetivos da ação empresarial estão no plano de governo da “Renova Manaus”
 


O mais forte tripé do desenvolvimento econômico do Estado, formado pelas instituições que representam a indústria, o comércio e a agricultura do Amazonas, lançou uma carta aberta de intenções para todos os candidatos a prefeito de Manaus.

  Pauderney Avelino dise  acha louvável e indispensável a ação empresarial que ontem reuniu os presidentes e representantes da Federação das Indústrias (Fieam), Antônio Silva; Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio), Roberto Tadros; Federação da Agricultura e Pecuária ( FAEA), José Azevedo; Associação Comercial do Amazonas (ACA), Ismael Bichara; e o Centro da Indústria (Cieam), Wilson Périco.

A ação divulgou sua posição sobre o que espera  e o que vão cobrar de qualificação e trabalho dos candidatos aos cargos executivo (prefeito e vice) e legislativo (vereadores) da capital. Os empresários apresentaram seis pontos prioritários para a futura administração pública, que incluem ética, transparência, melhoria da qualidade de vida, fortalecimento do Polo Industrial de Manaus, relação de grandeza com a sociedade, e valorização do Centro Histórico.

Todos os pontos estão no plano de governo apresentado por Pauderney Avelino junto com o seu registro de candidatura no dia 5 de julho. Ética e transparência fazem parte da carreira de 22 anos de vida pública e trabalho político do democrata, que é Ficha Limpa e um dos parlamentares mais influentes do Congresso. Em seu discurso de lançamento de candidatura, o presidente estadual do Democratas disse ser preciso cuidar das pessoas, não só no discurso, mas na prática. “É necessário e urgente cuidar da população sofrida, dar assistência ao povo com melhorias gerais dos serviços, criar programas humanitários e que renovem a capital”.

O Polo Industrial de Manaus sempre esteve presente na vida pública de Pauderney, que além de diversas defesas no Congresso Federal, foi relator da lei que modernizou a Zona Franca de Manaus e viabilizou, por legislação, o polo de componentes do PIM. Tanto o Polo Industrial quanto o Centro Histórico são pontos estratégicos no plano apresentado pelo prefeiturável. Para o PIM, por exemplo, mola propulsora da economia, responsável por mais de 100 mil empregos diretos na capital, o foco é uma logística mais eficiente, eficaz e barata, para se tornar modelo nacional de distribuição, com aeroporto exclusivo de cargas, portos e uma alfândega menos burocrática. E, como em outros setores, buscar e fechar parceria com as empresas do PIM.

Quanto ao Centro Histórico é urgente sua recuperação, assim como é necessário entregar de volta aos moradores o espaço humanizado, reformado e com o mercado Adolpho Lisboa concluído. “Vamos buscar parcerias com empresários e pessoas físicas para reformar-restaurar imóveis do Centro que estão abandonados. Há recursos federais disponíveis para isso, como no projeto Monumenta, de recuperação do patrimônio cultural urbano brasileiro”, afirma Pauderney.

Durante o encontro da ação empresarial, Roberto Tadros disse ser fundamental uma integração perfeita entre empresariado e Estado. “O próximo governante precisa ter uma visão clara de que o povo precisa do básico, saúde, saneamento, segurança e transporte, sob pena de não termos condições mínimas para a sociedade. Hoje o Centro Histórico está abandonado, desvalorizado, afugenta turista. O que sustenta as economias quebradas da Europa é o turismo e viramos as costas para o setor, com uma cidade degradada, sem estrutura”, falou Tadros.

No plano de governo de Pauderney, o Centro histórico de Manaus é uma das 25 ações prioritárias de gestão, além de estar incluído também nos 10 eixos de emergência do programa, em setores como urbanização, mobilidade urbana, segurança, empreendorismo, transporte e saneamento.

Wilson Périco cobrou que a Prefeitura assuma a responsabilidade de dever e direito em relação ao PIM, uma vez que além de maior gerador de emprego, as fábricas pagam seus tributos, IPTU e alvará de funcionamento, devendo contar com os serviços de infraestrutura e urbanização públicos.

O plano de governo da nossa coligação é para melhorar a qualidade de vida dos habitantes da capital. A carta empresarial é um reflexo do que vamos fazer e defender para Manaus”, disse Pauderney.
 

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