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MP aponta malversação de dinheiro público em aplicação de R$ 44 milhões da Manausprev

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O ex-presidente da Manausprev, Sandro Breval, pode ter que devolver parte do dinheiro da instituição ( R$ 44 milhões) aplicado  em fundo de investimento. De acordo com o Ministério Pũblico, houve na operação, que resultou em prejuizo para o municipio de Manaus, "malversação de recursos públicos" . A denúncia, à época da operação, foi feita pelo Portal do Holanda.


Manaus - Se depender do parecer da promotora de Justiça Neyde Regina Demósthenes Trindade, da 13ª Promotoria Especializada na Proteção de Patrimônio, o ex-presidente da Manausprev, Sandro Breval e o ex-diretor de administração e finanças Mário Jorge Monteiro Novaes, serão condenados por crime de improbidade administrativa que tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública Municipal.

A ação civil de improbidade administrativa foi instaurada depois que Breval e Mário Jorge  aplicaram  R$ 44 milhões, no QT Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Previdenciário, administrado por BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. A Manausprev teve prejuízos na operação.

Uma matéria do  Blog do Holanda, hoje Portal do Holanda, onde foi veiculada a  denúncia de irregularidades em operações no mercado de títulos públicos federais envolvendo a Manausprev, gerou uma representação no Ministério Público Federal, que teve cópia encaminhada ao Ministério Público Estadual, resultando na ação de improbidade administrativa, que tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública Municipal.

De acordo com parecer da promotora Neyde Regina, houve malversação dos recursos públicos aplicados indevidamente no fundo QT.

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