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Leandro Guerreiro tenta evitar o banco do réus em novo recurso ao Tjam

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Manaus ( Portal do Holanda) Recurso para  mudar a sentença do juiz  Eliezer Fernandes Júnior, do 2ª Vara do Tribunal do Júri, e evitar  que o empresário Leandro Guerreiro sente no banco dos réus, chegou ao Tribunal de Justiça  na quarta-feira, dia 4, e tem como relatora a desembargadora Carla Maria dos Santos Reis, da Primeira Câmara Criminal. A defesa tenta provar que Lenadro, ao matar o policial Raylen Caldas, o fez  em legitima defesa putativa.


Entenda o caso
 
Raylen  foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão com vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães, da loja Word Micro localizado no Boulevard Amazonas, por uma vaga no estacionamento.
 
De acordo com testemunhas, por volta 12h, a vítima estacionou seu carro, um Pálio Weekend, cor prata, placas JXH 0873, em frente à loja de informática. Foi quando se aproximou o segurança Francisco Magalhães.
 
Houve uma discussão do vigilante com um flanelinha. O policial que estava acompanhado de sua esposa Maria do Socorro Caldas Gomes, voltou ao estacionamento e ao ver o segurança armado se identificou como policial e resolveu entrar na loja para falar com o patrão de Francisco.
 
De acordo com depoimentos de testemunhas,  Railen se identificou para a recepcionista e ao gerente, foi quando Leandro Guerreiro  apareceu do nada e quando policial saia da sala do gerente foi alvejado com um tiro na nuca.
 
De acordo com depoimento da esposa, Leandro Guerreiro estava de luvas e só não a matou também porque foi impedido por funcionários da loja, mas estava alucinado e disposto a matá-la.

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