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Leandro Guerreiro pode ser condenado a pagar R$ 7 milhões à viúva de policial assassinado

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Manaus ( Portal do Holanda) - Parecer da promotora Laís Rejane de Carvalho Freitas  (Leia abaixo, na íntegra), da 46ª Promotoria de Justiça, é favorável ao pedido da  viúva Maria do Perpétuo Socorro Feijó, que pede indenização de R$ 7 milhões ao empresário Leandro Guerreiro, acusado de matar o policial civil Raylen Caldas Gomes, em dezembro de 2009. 


A viúva ingressou com ação de indenização contra Leandro ano passado e pediu à Justiça que o acusado pague R$ 7 milhões  por danos morais e materiais. A indenização é solicitada em favor de seus três filhos menores, que ficaram órfãos com a morte do pai.

Segundo Grau

O recurso de Leandro Guerreiro, no Tribunal de Justiça do Amazonas, contra a decisão do juizo de Primeiro Grau de levá-lo ao banco dos réus pela morte do policial Raylen Caldas,   foi desfavorável.

No parecer do procurador João Bosco Sá Valente, o recurso  é reconhecido  em sentido estrito, mas no mérito nega  provimento, mantendo a decisão do juiz Eliezer Fernandes Júnior, do 2ª Vara do Tribunal do Júri, que julgou procedente a denúncia contra o empresário, que  alegava a legítima defesa putativa.

De acordo com o magistrado,  a materialidade do crime está comprovada.

Entenda o caso

Raylen Caldas foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão por vaga no estacionamento com o vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães, da loja Word Micro, localizada no Boulevard Amazonas.

Houve uma discussão do vigilante com um flanelinha. O policial que estava acompanhado de sua esposa Maria do Socorro Caldas Gomes,  ao ver o segurança armado se identificou como policial, resolvendo   entrar na loja para falar com o patrão de Francisco.

De acordo com depoimento da viúva, Raylen se identificou para a recepcionista e ao gerente, foi quando Leandro Guerreiro apareceu  e o alvejou com um tiro na nuca.

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