Eleição para reitor não empolga comunidade universitária

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09/11/2012 15h39 — em Amazonas

Entre alunos, professores e funcionários, a Universidade Federal do Amazonas reúne mais de 35 mil pessoas, um público  informado mas dividido entre facções e  vivendo um certo marasmo. Nem mesmo a eleição marcada para acontecer em abril de 2013  está sendo capaz de movimentar o ambiente acadêmico nesse final de ano.

A atual reitora Márcia Perales tem dito aos mais próximos que não será candidata a reeleição, abrindo possibilidades a interessados dentro do seu próprio grupo, que há 12 anos vem se mantendo no poder.

Márcia sucedeu ao professor Heidemberg Frota, que durante oito anos ficou a frente da Reitoria,cumprindo dois mandatos.Ela foi escolhida pelo ex-reitor   e foi  eleita com a promessa de dar uma nova dinâmica a instituição. Quatro anos depois, sua administração é mal avaliada até pelo próprio grupo que a escolheu.

A maior crítica é de que ela teria se fechado no gabinete, burocratizando todas as ações.

A tendência atual é que o grupo do professor Heidemberg deva trabalhar pela eleição do atual vice-reitor, professor Hedinaldo Lima. Agronômo de formação ele é um técnico disciplinado que chegou ao doutorado e tem boa avaliação como administrador. Seus críticos, entretanto, afirmam que ele é muito burocrático e autoritário, o que levaria novamente a Ufam trilhar os caminhos atuais, sem ganho de qualidade interna e nem avanços externos no contato com a sociedade.

Do mesmo grupo quem corre por fora é o professor Gilmar Couto, responsável direto pela concretização da TV Ufam. É considerado um “trator” para viabilizar novos projetos com possibilidades de dar uma nova dinâmica à instituição. É alvo de críticas dos que o consideram personalista e sem apoio interno dos vários cursos que fazem parte da universidade.

Entre os pretendentes, surge ainda o nome do professor do Curso de Economia, Sylvio Pulga, que fez parte como pró-reitor da administração “Heidemberg”. É até o momento um dos nomes fortes nesse processo, mas  enfrenta dificuldades para se viabilizar dentro do grupo do qual é originário.

Quem aparece nessa corrida também é o médico Edson Andrade, atual diretor da Fundação Cecom e que exerceu a presidência do Conselho Federal de Medicina. A vantagem de Edson Andrade seria a experiência administrativa, bom trânsito nas instâncias do poder no Amazonas, além da possibilidade de unir os cursos da área de saúde,como medicina,odontologia, farmácia,entre outros.Maior resistência seria quanto a sua pouca vivência dentro da Ufam.

Quem também deve fazer parte da é o professor do Curso de Comunicação Gilson Monteiro.Se confirmar, será a terceira participação do professor Gilson nesse processo, que na avaliação interna de professores e estudantes, busca consolidar uma postura de “demarcação de território”, com pouquíssimas chances de ganhar.

Além de Manaus, a Ufam dispõe de Campi avançados em Parintins,Itacoatiara, Tefé e Benjamin Constant. Trata-se de uma instituição centenária e responsável pela formação de várias gerações. Nomes de destaque no cenário atual do Amazonas, como o governador Omar Aziz, senador Eduardo Braga, senadora Vanessa Grazziotin, Serafim Corrêa, entre outros, foram alunos da Ufam.

Nos últimos anos, no entanto, atraídos por melhores condições de trabalho e salários melhores, muitos professores da Ufam migraram para faculdades particulares e em direção a UEA ( Universidade Estadual do Amazonas). Dentro da Ufam há quem manifeste preocupação quanto ao futuro próximo da universidade.Muitos comungam que a instituição necessita de uma administração que seja capaz de trabalhar de forma competente internamente mas que seja capaz de avançar intensamente no plano externo, sob pena de perder espaço, principalmente para a UEA.  

 

A atual reitora Márcia Perales tem dito aos mais próximos que não será candidata a reeleição, abrindo possibilidades a interessados dentro do seu próprio grupo, que há 12 anos vem se mantendo no poder.A professora Márcia sucedeu ao professor Heidemberg Frota que durante oito anos ficou a frente da Reitoria,cumprindo dois mandatos.Ela foi escolhida pelo ex-reitor Heidemberg  e elegeu-se com a esperança de dar uma nova dinâmica a instituição. Quatro anos depois, sua administração é mal avaliada até pelo próprio grupo que a escolheu. A maior crítica é de que ela teria se fechado no gabinete, burocratizando todas as ações.

A tendência atual é que o grupo do Professor Heidemberg deva trabalhar pela eleição do atual vice-reitor, professor Hedinaldo Lima. Agronômo de formação ele é um técnico disciplinado que chegou ao doutorado e tem boa avaliação como administrador. Seus críticos, entretanto, afirmam que ele é muito burocrático e autoritário, o que levaria novamente a Ufam trilhar os caminhos atuais, sem ganho de qualidade interna e nem avanços externos no contato com a sociedade.

Do mesmo grupo quem corre por fora é o professor Gilmar Couto, responsável direto pela concretização da TV Ufam. É considerado um “trator” para viabilizar novos projetos com possibilidades de dar uma nova dinâmica à instituição. É alvo de críticas dos que o consideram personalista e sem apoio interno dos vários cursos que fazem parte da universidade.

Entre os pretendentes, surge o nome do professor do Curso de Economia, Sylvio Pulga, que fez parte como pró-reitor da administração “Heidemberg”. É até o momento, um dos nomes fortes nesse processo mas  enfrenta dificuldades para se viabilizar dentro do grupo do qual é originário.

Quem aparece nessa corrida também é o médico Edson Andrade,atual diretor da Fundação Cecom e que exerceu a presidência do Conselho Federal de Medicina. A vantagem de Edson Andrade seria a experiência administrativa, bom trânsito nas instâncias do poder no Amazonas, além da possibilidade de unir os cursos da área de saúde,como medicina,odontologia, farmácia,entre outros.Maior resistência seria quanto a sua pouca vivência dentro da Ufam.

Quem também deve fazer parte da é o professor do Curso de Comunicação Gilson Monteiro.Se confirmar, será a terceira participação do professor Gilson nesse processo, que na avaliação interna de professores e estudantes, busca consolidar uma postura de “demarcação de território”, com pouquíssimas chances de ganhar.

Além de Manaus, a Ufam dispõe de Campi avançados em Parintins,Itacoatiara, Tefé e Benjamin Constant. Trata-se de uma instituição centenária e responsável pela formação de várias gerações. Nomes de destaque no cenário atual do Amazonas, como o governador Omar Aziz, senador Eduardo Braga, senadora Vanessa Grazziotin, Serafim Corrêa, entre outros, foram alunos da Ufam.

Nos últimos anos, no entanto, atraídos por melhores condições de trabalho e salários melhores, muitos professores da Ufam migraram para faculdades particulares e em direção a UEA ( Universidade Estadual do Amazonas). Dentro da Ufam há quem manifeste preocupação quanto ao futuro próximo da universidade.Muitos comungam que a instituição necessita de uma administração que seja capaz de trabalhar de forma competente internamente mas que seja capaz de avançar intensamente no plano externo, sob pena de perder espaço, principalmente para a UEA.