O município de Envira começou a enfrentar um apagão desde as duas horas da madrugada desta sexta-feira. Estoques de vacinas - que dependem de ambiente refrigerado - comecem a ter a eficácia comprometida. Cirurgias que haviam sido marcadas foram adiadas. O hospital do município dispõe de um único gerador que não suporta a demanda. Comerciantes também amanheceram protestando, temendo que o estoque de frangos , carnes e verduras comece a estragar.
Em contato por telefone com o Blog do Holanda, o prefeito Rômulo Matos (PPS), atribuiu o problema ao descaso da Amazonas Energia. Segundo ele, o que falta é aumentar a disponibilidade de combustível para o município, " porque o problema não reside na incapacidade de seus geradores", mas na escassez do diesel, que chega através de uma pequena balsa, procedente de Eirunepé .
- Se por alguma razão essa balsa quebrar, aí vamos viver o pior apagão da história, disse o prefeito, que lembra que esse problema é só nos municípios do Amazonas. Ele cita Jordão, no Acre, que apesar da vazante dos rios nunca viveu um apagão, porque lá, segundo disse, há um maior compromisso das autoridades com as populações que moram no interior do estado, enquanto no Amazonas o nível de comprometimento e tratamento é bem diferente, diz Rômulo.
Esse racionamento cria um desconforto geral para a população e muita insegurança para quem quer trabalhar, investir, afirma o prefeito, que está tentando junto as autoridades do estado uma maior atenção com o município.
Em contato por telefone com o Blog do Holanda, o prefeito Rômulo Matos (PPS), atribuiu o problema ao descaso da Amazonas Energia. Segundo ele, o que falta é aumentar a disponibilidade de combustível para o município, " porque o problema não reside na incapacidade de seus geradores", mas na escassez do diesel, que chega através de uma pequena balsa, procedente de Eirunepé .
- Se por alguma razão essa balsa quebrar, aí vamos viver o pior apagão da história, disse o prefeito, que lembra que esse problema é só nos municípios do Amazonas. Ele cita Jordão, no Acre, que apesar da vazante dos rios nunca viveu um apagão, porque lá, segundo disse, há um maior compromisso das autoridades com as populações que moram no interior do estado, enquanto no Amazonas o nível de comprometimento e tratamento é bem diferente, diz Rômulo.
Esse racionamento cria um desconforto geral para a população e muita insegurança para quem quer trabalhar, investir, afirma o prefeito, que está tentando junto as autoridades do estado uma maior atenção com o município.
