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Amazonas

Mourão discute importância da reativação do Conselho da Amazônia em visita ao CBA

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Foto: Divulgação Foto: Divulgação
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O mau exemplo do coronel Menezes


Manaus/AM - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, visitou nesta segunda-feira (17) o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), em Manaus (AM), ocasião na qual reuniu-se com equipe técnica da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), visitou laboratórios do Centro e concedeu também coletiva de imprensa para discutir detalhes relacionados, principalmente, ao funcionamento do Conselho da Amazônia – organismo reativado no último dia 11 de fevereiro por meio de decreto assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

Mourão foi recepcionado no CBA pelo superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, e pelo gestor  do Centro pela Autarquia, Fábio Calderaro. A primeira ação no local foi a realização de uma reunião técnica na qual Mourão assistiu a uma apresentação institucional do Centro e pôde conhecer mais detalhadamente o planejamento feito pela Suframa para posicionar o CBA como centro tecnológico  focado no desenvolvimento de bioprodutos e na geração de negócios que contribuam, sobretudo, para apoiar demandas de empresas de biotecnologia instaladas na região e fomentar a bioeconomia. Outras questões discutidas durante a reunião foram a necessidade de abordar a bioeconomia como política de Estado e formas de garantir maior segurança jurídica para projetos de sustentabilidade e bionegócios na região. Após a reunião, Mourão visitou também o laboratório de Química de Produtos Naturais, a Área de Biotecnologia Vegetal e a Central Química Analítica do CBA.

O vice-presidente encerrou a agenda no Centro com uma coletiva de imprensa para veículos de comunicação locais a fim de abordar, principalmente, a metodologia de operação e as metas do Conselho da Amazônia. Inicialmente, Mourão afirmou que a intenção do presidente Jair República ao reativar o conselho – o qual foi criado em 1995, mas que nunca chegou a se reunir – foi de integrar esforços, aprimorar a comunicação e trazer unidade e maior controle sobre as ações desempenhadas pelos entes federais na região. “O Conselho buscará agir dessa forma porque os problemas aqui, em uma região com essas dimensões, são complexos, não envolvem uma só entidade ou ministério. Minha responsabilidade enquanto líder do Conselho será conciliar todos os interesses de modo que o governo federal aja num sentido único e com resultados positivos para a região”, destacou Mourão.

Ele ressaltou que o Conselho da Amazônia atuará baseado em três vetores – proteção, preservação e desenvolvimento – e que, no tocante ao desenvolvimento sustentável da região, uma das iniciativas será fomentar a bioeconomia e buscar novas possibilidades de desenvolvimento que tenham respeito irrestrito à preservação dos recursos naturais, dentro dos limites estipulados pela legislação nacional.




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