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'Unidos contra o racismo', alemães protestam contra a extrema direita e Bolsonaro é lembrado

 'Unidos contra o racismo', alemães protestam contra a extrema direita e Bolsonaro é lembrado
'Unidos contra o racismo', alemães protestam contra a extrema direita e Bolsonaro é lembrado

BERLIM — Milhares de pessoas de toda a Alemanha marcharam no centro de Berlim neste sábado contra o ódio, a xenofobia, o racismo e a extrema direita, em um dos maiores protestos do país nos últimos anos. Brasileiros marcaram presença no protesto, carregando cartazes do movimento #EleNão, que repercutiu nas redes sociais após a criação do grupo no Facebook Mulheres Unidas Contra Bolsonaro.

 

Os organizadores estimaram mais de 150 mil pessoas na manifestação deste sábado.

— Já é um sucesso — celebrou Theresa Hartmann, porta-voz do coletivo #unteilbar ("indivisível").

Recentes demonstrações de xenofobia em várias cidades do Leste da Alemanha abalaram o país, seguindo um aumento no apoio ao partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD), antes das eleições estaduais no domingo.

Um porta-voz da polícia se recusou a estimar o tamanho da multidão no protesto, que foi organizado por grupos de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional.

Manifestantes carregavam cartazes e faixas com dizeres de protesto contra o racismo, enquanto outras pessoas foram vistas dançando música pop em um dia quente de outono. Em meio às mensagens que diziam "Construa pontes, não paredes", "Unidos contra o racismo" e "Somos indivisíveis - por uma sociedade aberta e livre", havia manifestantes que traziam a hashtag #EleNão, disseminada por mulheres nas redes sociais contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL).

 

 

 

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