"Este é um importante passo adiante. Voltaremos em breve à questão dos 10% restantes do petróleo transportado por oleodutos", disse von der Leyen. No acordo, a UE retirou do embargo as entregas por essa via para preservar economias muito dependentes da energia provida pela Rússia, como Hungria, República Checa e Eslováquia.
A dirigente também destacou como importantes passos dados na segunda-feira a retirada do Sberbank - o maior banco russo e que equivale a 37% do setor bancário do país, segundo ela - do sistema Swift; proibições a seguro e resseguro de navios russos por empresas da UE; proibição de fornecer às empresas russas uma "gama de serviços empresariais"; e suspensão da transmissão na UE de mais três veículos estatais russos.


