Segundo Borrell, a ação vem após o Ministério das Relações Exteriores da Rússia ter se correspondido de maneira individual com cada um dos países membros do bloco. Segundo ele, a coesão envolve "coordenar as respostas às cartas, conforme solicitado. Cabe aos Estados-Membros da UE decidir sobre estas questões. Somente aqueles que estão interessados em nos dividir, questionariam tal decisão".
Em seu Twitter, Borrell disse que a UE "exorta a Rússia a diminuir a escalada e reverter seu acúmulo militar na Ucrânia e nos arredores e em Belarus." Segundo ele, "tensões e desacordos devem ser resolvidos por meio do diálogo e da diplomacia".
Nas últimas semanas, o presidente Vladimir Putin se reuniu com líderes de países da UE de orientações distintas, dentre eles o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, e o presidente francês, Emmanuel Macron.



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