A autoridade saudou a notícia em comunicado neste domingo, vendo-a como uma passo necessário e positivo para o pessoal que trabalho no local.
Segundo Grossi, a troca é importante para a segurança da operação, que ficou por cinco semanas sob controle de militares russos, até eles terem se retirado da área, em 31 de março.
A AIEA diz que, apesar disso, a situação na usina e na "zona de exclusão" em volta dela está "longe de ser normal".
Os funcionários tiveram de deixar o lugar de navio, por um rio local.




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