Trump cria "Conselho da Paz" para Gaza e convida Lula para integrar o grupo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a criação de um "conselho da paz" para mediar a situação na Faixa de Gaza e estendeu um convite formal ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Até o momento, o Palácio do Planalto ainda não confirmou se Lula aceitará o assento no órgão consultivo.
Diferente da postura cautelosa de Brasília, o presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou sua participação neste sábado (17). Em suas redes sociais, Milei classificou o convite como "uma honra" e compartilhou a carta recebida da Casa Branca.
A iniciativa, que será presidida pelo próprio Donald Trump, busca reunir figuras políticas e nomes do setor privado.
Entre os membros já confirmados ou convidados estão:
Marco Rubio: Secretário de Estado dos EUA;
Tony Blair: Ex-primeiro-ministro britânico;
Marc Rowan: Empresário bilionário americano;
Robert Gabriel: Assistente de Trump no Conselho de Segurança Nacional.
Trump descreveu o grupo como "o maior e mais prestigiado conselho já reunido", colocando-o como peça central da segunda fase do plano de Washington para encerrar o conflito no território palestino.
Objetivos e Governança em Gaza
De acordo com comunicados da Casa Branca, o conselho terá um foco técnico e estratégico que vai além da diplomacia tradicional. A pauta inclui:
Reconstrução: Atração de investimentos e financiamento em larga escala;
Governança: Fortalecimento das relações regionais e mobilização de capital;
Segurança: Implementação da Força Internacional de Estabilização (ISF).
Para liderar essa força de segurança, Trump designou o major-general Jasper Jeffers. A missão da ISF será manter a ordem no território e treinar uma nova força policial local para substituir o controle exercido pelo Hamas.
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