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Tribunal inocenta zelador que assediou aluna por ação ter durado menos de 10 segundos

Tribunal inocenta zelador que assediou aluna por ação ter durado menos de 10 segundos
Tribunal inocenta zelador que assediou aluna por ação ter durado menos de 10 segundos

Um zelador identificado como Antonio Avola, 66, foi absolvido do crime de assédio contra uma aluna, de 17 anos, após o juiz considerar que a apalpada nas nádegas da menina durou menos de 10 segundos. O caso aconteceu na Itália e vem causando revolta na população. 

A decisão é do Tribunal de Roma. Segundo a denúncia, a vítima relatou que estava subindo uma escadaria com uma amiga, no Instituto Cine-TV Roberto Rossellini, quando sentiu o homem enfiar a mão dentro da calça dela, apalpando as nádegas e puxando a calcinha. 

O homem confessou o ato, mas alegou que foi por "brincadeira". Na decisão reproduzida pelo jornal italiano IL Corriere della Sera, como a ação durou "entre cinco e dez segundos", como relatou a vítima, ela não é considerada um crime. Para a corte, não houve "qualquer insistência no ato de tocar", sendo equivalente a um "quase roçar".

O Ministério Público da Itália pedia 3 anos de prisão para o zelador. Em entrevista ao jornal italiano, a jovem criticou a desculpa dada pelo homem e disse que sofreu ferimentos. "Os juízes acham que isso foi uma brincadeira? O zelador me agarrou por trás sem falar nada, enfiou as mãos dentro da minha calça, apalpou minhas nádegas, e depois puxou a calcinha de tal forma que minhas partes íntimas ficaram doloridas. Isso, pelo menos para mim, não é uma brincadeira", disse. 

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