Segundo Boyoris, a maioria das vítimas era mulheres e crianças. Ele disse ainda que 32 crianças foram raptadas.
O relato de Boyoris não teve confirmação oficial do governo do Sudão do Sul. A própria ONU também não divulgou o número de mortos das batalhas de julho, que ocorreram numa área isolada e subdesenvolvida do país. Fonte: Associated Press.
