Os perímetros de muitas instalações da Otan, embaixadas e outras organizações internacionais são vigiados por guardas afegãos contratados por uma agência do governo que fornece tais serviços. A segurança interna de vários desses lugares é feita por funcionários contratados por corporações multinacionais.
Houve um aumento no número de "ataques internos" por afegãos uniformizados contra soldados estrangeiros e civis no ano passado. Em alguns casos, militantes vestiram uniformes do exército ou da polícia para atacar as tropas estrangeiras, mas parte dos atentados foi obra de membros da forças de segurança do Afeganistão.
A Otan informou, ainda, que um outro solado morreu de ferimentos não decorrentes do confronto no sul do país. As duas mortes elevam para 128 o total de membros da coalizão mortos até agora em 2013, sendo 98 deles de origem norte-americana. Fonte: Associated Press.

