Segundo Johnson, Putin "subestimou" a capacidade de resistência das forças ucranianas e a união do Ocidente na resposta à invasão. Tanto Johnson quanto Stoltenberg, porém, reiteraram que não pretendem engajar em combate militar contra a Rússia. "A Otan é uma aliança de defesa, não buscamos conflito", disse o secretário-geral.
Stoltenberg disse ser necessário continuar dando suporte econômico e em equipamento bélico á Ucrânia, ao mesmo tempo em que pressiona a economia russa com sanções. Johnson fez comentários na mesma linha. "Putin e seu regime precisam ser isolados da comunidade internacional", declarou o premiê.
Para Kallas, a invasão russa mostra que Putin passou de um "autocrata para simplesmente um agressor", enquanto a Ucrânia se tornou um "Estado inimigo" do Kremlin, e por isso a Otan deve adotar uma postura mais defensiva.


