"Precisamos salvar o conselho de afundar", afirmou o embaixador. "Se a Rússia expulsar a si mesma do conselho será sua própria escolha e não poderá culpar outros membros. Suspender a Rússia não é uma opção, mas é um dever".
Kyslytsya leu uma resolução que define que a participação de um país pode ser suspensa caso este "cometa massivas e sistemáticas violações de direitos humanos".
A proposta foi apresentada pela embaixadora dos Estados Unidos, Linda Thomas-Greenfield. Para ser aprovada, precisa do apoio de dois terços dos membros da Assembleia, que conta com 193 nações. Com informações da Associated Press.



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