Putin voltou a demandar que a Otan não se expanda mais ao leste, além de indicar que armas e equipamentos não sejam mobilizado para as fronteiras do território russo, condições necessárias para que negociações sejam mantidas, indicou.
O líder voltou a dizer que a organização quebrou promessas sobre não se expandir, além de voltar a indicar que até o momento, a Rússia é descrita como uma adversária da Otan.
Ainda de acordo com o líder, a aliança forçou países europeus a criarem políticas contrárias a Moscou.
Segundo Putin, a decisão de a Ucrânia entrar na Otan já havia sido tomada antecipadamente. De acordo com o líder, o país planeja ainda o desenvolvimento de armas nucleares, o que mudaria "a situação drasticamente".
O presidente russo defendeu que seu país tem direito de se defender, assim como de "tomar medidas retaliatórias para defender sua segurança".
Putin relativizou ainda o risco pela imposição de sanções, dizendo que isso ocorreria de qualquer maneira, mesmo que não fosse a situação com a Ucrânia.



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