Uma professora de Mount Zion, Illinois (EUA), identificada como Alley Bardfield, de 34 anos, foi presa e acusada de abusar sexualmente de um aluno de 11 anos. Em uma tentativa chocante de se eximir da culpa, a professora alegou que o menor a assediou, insinuando que o "relacionamento" foi iniciado por uma "cantada" da criança. A investigação revelou um padrão de comportamento predatório, com Alley atraindo o aluno para sua casa sob o pretexto de que eles iriam "brincar".
A denúncia veio à tona depois que a mãe da vítima desconfiou do comportamento do filho e, ao verificar seu celular, encontrou uma série de transferências de dinheiro via CashApp, totalizando US$ 700, vindas de Alley. A investigação, iniciada em abril do ano passado, também revelou que a professora e o menor trocavam mensagens e fotos explícitas pelo Snapchat. Esses pagamentos de dinheiro, que ocorreram ao longo de vários meses, foram o estopim que alertou a família e levou à descoberta do crime.
Em seu interrogatório, a professora manteve a versão de que o menino a assediou sexualmente na noite em que "fizeram sexo", em uma tentativa de inverter a responsabilidade pelo crime. Os abusos, que ocorreram entre 2023 e 2024, levaram a acusações que podem resultar em uma pena de até 40 anos de prisão. Alley Bardfield compareceu ao tribunal do condado de Macon na última quinta-feira (7/8) e, em um acordo parcial, evitou a pena máxima de 60 anos, mas ainda pode ser registrada como criminosa sexual pelo resto da vida.
A sentença de Alley Bardfield está marcada para 25 de setembro.



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