Prioridade de Biden no comércio é confrontar Chin por 'práticas injustas'

Por Estadão Conteúdo / Portal do Holanda

01/03/2021 17h57 — em Mundo

O governo do presidente Joe Biden nos Estados Unidos terá como prioridade na área de Comércio "confrontar" a China por sua práticas "injustas", buscando uma estratégia "abrangente", de acordo com um documento anual publicado nesta segunda-feira, 1º, pela administração. "As práticas comerciais coercitivas e injustas da China prejudicam os trabalhadores americanos", diz o relatório do Departamento de Comércio, e "ameaçam nossa vantagem tecnológica, enfraquecem a resiliência de nossa cadeia de suprimentos e minam nossos interesses nacionais". A Casa Branca se diz pronta para usar "todas as ferramentas", incluindo confrontar temas de abusos de direitos humanos, citando supostos "trabalhos forçados" de uigures e outras etnias na região de Xianjing.

Além disso, Biden "buscará colaborar com os aliados para lidar com as distorções do mercado global criadas pelo excesso de capacidade industrial" da China. Os setores em que os chineses vem exercendo liderança variam de aço e alumínio a fibra óptica e energia solar, segundo o documento. Outra prioridade do documento é justamente a "parceria com amigos e aliados", e dentre os objetivos, está uma reforma na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Sobre a prioridade relativa ao "desenvolvimento sustentável", a administração cita o objetivo de zerar as emissões de carbono no país até 2050 ou antes disso, "fomentando a inovação e produção dos EUA de tecnologia relacionada ao clima e promovendo cadeias de suprimento de energia renovável resilientes".

Entre outros pontos, estão a "restauração da economia após a pandemia de covid-19" e a "promoção do crescimento econômico equitativo ao redor do mundo".


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