Em discurso, o líder do Pasok disse que a Grécia está a um passo de conseguir mais ajuda financeira e ressaltou que o fracasso em garantir os recursos traria "o caos" e levaria a nação a uma moratória. "Agora é o momento de responsabilidade de todos nós pelo bem do país. Estamos falando de fazer as grandes mudanças necessárias para que a Grécia possa abordar todas as causas da crise."
As medidas exigidas pela UE e pelo FMI para a liberação de € 130 bilhões em empréstimos à Grécia incluem a redução do salário mínimo e a demissão de milhares de servidores públicos, além de mais cortes no orçamento do país neste ano.
Ontem, o líder do Laos - o menor partido do governo de coalizão da Grécia - disse que não aprovará as mudanças. No entanto, os dois outros partidos da coalizão, o Pasok e o Nova Democracia, conseguiriam ratificar as reformas, pois juntos detêm 236 dos 300 assentos do parlamento, enquanto o Laos possui apenas 16. São necessários 151 votos a favor das medidas para que elas sejam implementadas. As informações são da Dow Jones.
