Nos últimos dias, Rasmussen declarou que "é preciso ser muito cínico" para acreditar que o ataque não tenha sido perpetrado pelo governo e que o uso de armas químicas é "inaceitável" e não pode passar sem resposta.
Hoje, no entanto, ele disse a jornalistas em Copenhague que a Otan não tem planos de intervir na Síria, o que exigiria a aprovação de todos os seus 28 membros. Fonte: Associated Press.
