A tensão no Golfo Pérsico ganhou novos contornos com o anúncio de que 22 países, entre membros da OTAN e aliados estratégicos de diferentes regiões, estão se articulando para reabrir o Estreito de Ormuz e garantir a segurança da navegação.
O bloqueio imposto pelo Irã, em meio ao conflito com Estados Unidos e Israel, ameaça diretamente o fluxo global de petróleo e gás, tornando a rota um ponto crítico para a economia mundial.
Segundo o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, a coalizão internacional deve atuar de forma coordenada, com presença naval e escolta de navios mercantes, para assegurar que o estreito volte a operar normalmente.
Ele afirmou estar “absolutamente convencido” de que a iniciativa terá êxito, destacando que a cooperação entre países da Europa, Oriente Médio, Ásia e Oceania é fundamental para evitar uma crise energética de grandes proporções.


