Em um documento de 250 páginas entregue na sede da CIDH, a coalizão opositora alegou que o governo venezuelano comemorou eleições fraudulentas, que significam violação dos direitos políticos e de pensamento, garantias judiciais, proteções judiciais e de igualdade perante a lei, contemplados na Convenção Americana sobre Direitos Humanos.
O dirigente da Mesa pela Unidade Democrática, Ramón José Medida, disse a jornalistas que recorreu à CIDH como uma instância conhecedora dos direitos humanos.
Medina acrescentou que o recurso inclui uma petição para que a CIDH analise o caso imediatamente, considerando que as eleições para prefeito em oito de dezembro nas mesmas condições perpetuaria a violação dos direitos humanos fundamentais.
