O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reiterou nesta terça-feira, 11, que Israel não se retirará de suas atuais linhas em Gaza até que o Hamas esteja completamente desarmado, rejeitando um recente acordo anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
As declarações de Netanyahu lançam mais dúvidas sobre o acordo para desarmar o Hamas, visto como um potencial avanço para encerrar a guerra. Elas também marcaram uma rara demonstração pública de atrito com a administração Trump.
O acordo previa que o Hamas começasse a se desarmar e que Israel interrompesse seus ataques e começasse a se retirar dos aproximadamente 60% de Gaza que atualmente controla. Foi baseado em um acordo de cessar-fogo de outubro que encerrou grandes operações militares e resultou na libertação dos reféns restantes mantidos em Gaza, mas que estagnou em outras frentes.
Netanyahu, que enfrenta uma dura batalha pela reeleição em outubro, reiterou sua posição de que o desarmamento deve vir primeiro. Ele afirmou que as forças israelenses continuariam a "fazer o que for necessário para se proteger, proteger nosso território e nossos cidadãos".
A administração Trump "nos enviou um rascunho. Nós não concordamos. Não é nosso rascunho. Enviamos nossos comentários. Esta é a nossa posição", disse Netanyahu em um vídeo postado nas redes sociais.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast



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