O Departamento de Estado norte-americano divulgou comunicado com declarações feitas por eles no encontro.
Netanyahu detalhou crimes cometidos pelo Hamas e comparou o grupo ao Estado Islâmico (Isis, na sigla em inglês). "O Hamas é o Isis, e como o Isis foi esmagado também o Hamas será esmagado", afirmou.
Ele pediu que nenhum líder se reúna com o Hamas e que, quem o fizer, sofra sanções.
Blinken, por sua vez, ressaltou o apoio a Israel e disse que o mais recente ataque foi apenas "um dos incontáveis atos de terror do Hamas", que para ele também lembra o Estado Islâmico.
O secretário de Estado norte-americano elogiou a "bravura" dos israelenses e sua solidariedade, em meio aos eventos extremos dos últimos dias.
Ele saudou a criação de um governo de união, nesse contexto, e lembrou que os EUA estão fornecendo apoio, inclusive munição e outros itens, para a defesa israelense.
A autoridade norte-americana disse que há "intensa diplomacia pela região para evitar que o conflito se dissemine".
Blinken afirmou que o Hamas não representa o povo palestino nem suas "aspirações legítimas de viver com iguais medidas de segurança, liberdade, justiça, oportunidade e dignidade". "O Hamas tem apenas uma agenda: destruir Israel e assassinar judeus", disse.

