"Temos duas responsabilidades perante os que nos sucederão: nunca retroceder, não podemos recuar na promoção da igualdade de gênero e todas as formas de discriminação. Tampouco podemos voltar a viver com a ameaça nuclear", afirmou. "Naturizar a fome de 733 milhões seria vergonhoso. Voltar atrás é colocar em xeque tudo que construímos arduamente."
O presidente brasileiro lembrou que esteve na ONU, há 20 anos, e ressaltou a necessidade de reformas no organismo internacional.

