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'Na Venezuela ocorreu a morte do direito', afirma ex-procuradora-geral em Brasília

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BRASÍLIA — A ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega, destituída pela Assembleia Nacional Constituinte, denunciou nesta quarta-feira em Brasília a morte do direito sob o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e advertiu que a crise política põe em perigo o equilíbrio de toda a região. A ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, fugiu do país denunciando uma perseguição do governo e deixou a Colômbia em direção ao Brasil, onde se reúne com procuradores do Mercosul. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, receberá

— Na Venezuela ocorreu a morte do direito. A estabilidade da região está em perigo — disse a ex-procuradora-geral, em meio ao forte apoio de seus colegas sul-americanos reunidos na capital do país.

Ortega prometeu apresentar no encontro em Brasília provas que ligam Maduro a atividades de corrupção. O presidente venezuelano disse que pedirá à Interpol a emissão de uma ordem de captura internacional contra Ortega, afastada do cargo depois de se opor a convocação da Assembleia Constituinte por Maduro, e seu marido, o deputado William Ferrer.

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