"Eu não vou responder se vou visitar o santuário no dia 15 de agosto, no aniversário da rendição do Japão na 2º Guerra Mundial", afirmou Abe durante uma conferência de imprensa em Hiroshima, em meio a perspectivas de que a visita provocaria críticas ferozes de países vizinhos, como China e Coreia do Sul. "Se os ministros visitarem será por questões pessoais e de crença. Eles são livres para ir", acrescentou. Fonte: Dow Jones Newswires. (Marcelo Ribeiro Silva - [email protected])

